Rubão

Foto de Rubens de Araujo Lima
Rubão
Rubens de Araujo Lima (nome civil)
3 eleições entre 1998 e 2022 · último partido PTB
67 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rubão (Rubens de Araújo Lima) disputou 3 eleições entre 1998 e 2022, para deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado distrital por DF: 273 votos. Na campanha de 2022 para deputado distrital por DF, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 22). Na campanha de 2018, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil, 42% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

210 votos em 2022 · 3 eleições

A votação de Rubens de Araujo Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Rubão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Em 2018, 42% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2022R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2022Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 7 mil66,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil33,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 220,2%
2018Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 72% · partido e outras campanhas 28%
Gasto contratado
R$ 13 mil
pago: R$ 13 mil (99%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil42,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil38,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 580,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892