Munhoz

Foto de Luiz Carlos Munhoz Meira
Munhoz
Luiz Carlos Munhoz Meira (nome civil)
4 eleições entre 1998 e 2012 · PPS
63 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Munhoz (Luiz Carlos Munhoz Meira) disputou 4 eleições entre 1998 e 2012, para vereador, deputado federal e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 2.591 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MG, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 523) e serviços de terceiros (R$ 350). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 70 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2 votos em 2012 · 4 eleições

A votação de Luiz Carlos Munhoz Meira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. DistritalDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 14 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos contratados

Munhoz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 523). Em 2006, R$ 70 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 14 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 14 milcontratados
Gastos em 2006R$ 70 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido 28% · pessoas 14% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil44,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5233,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3502,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 180,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil49,3%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 21 mil30,0%
  • Materiais impressosR$ 17 mil24,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 12 mil17,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil13,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil14,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892