Dr. Jair

Foto de Jair Amaral da Silva
Dr. Jair
Jair Amaral da Silva (nome civil)
3 eleições entre 1998 e 2018 · último partido MDB
59 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Jair (Jair Amaral da Silva) disputou 3 eleições entre 1998 e 2018, para deputado distrital e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado distrital por DF: 956 votos. Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 279 do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil.

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Evolução da votação nas eleições

138 votos em 2018 (anulados) · 3 eleições

A votação de Jair Amaral da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. DistritalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 17 mil em receitas

Dr. Jair declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Águas Lindas de Goiás (GO) em 2008, e deputado distrital por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 279 do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Em 2008, R$ 13 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 79% · Fundo Partidário 2% · partido 8% · pessoas 12%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Prefeito, Águas Lindas de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 24% · pessoas 15% · empresas 60% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 830,7%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 135 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil85,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892