- Materiais impressosR$ 8 mil27,1%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil16,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil9,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil8,8%
- Outras 7 categoriasR$ 11 mil38,2%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tapety Junior (José Nogueira Tapety Júnior) disputou 2 eleições entre 1998 e 2006, para deputado federal e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por PI: 2.801 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por PI, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Nogueira Tapety Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tapety Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Piauí em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.