6 eleições entre 1990 e 2022 · último partido PODE
74 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adalberto Monteiro disputou 6 eleições entre 1990 e 2022, para deputado federal, vice-governador e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por DF: 5.653 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por DF, declarou R$ 127 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil), militância e mobilização de rua (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 85 mil.
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Evolução da votação nas eleições
962 votos em 2022 · 6 eleições
A votação de Adalberto Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalDep. DistritalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 127 mil em receitas · R$ 80 mil em gastos
Adalberto Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 127 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 7 mil). Em 2014, R$ 85 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 127 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 80 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 85 milcontratados, campanha encerrada
partido 31% · pessoas 46% · empresas 6% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 85 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 23 mil26,6%
Materiais impressosR$ 16 mil18,6%
Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil16,9%
PessoalR$ 10 mil11,4%
Outras 4 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil26,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Distrital · 1998SUPLENTE914GDF · 50 anos · Superior completo · Advogado · PRP · nº 44123 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PRP
Deputado Federal · 1994932não eleitoGDF · 46 anos · Superior completo · Advogado · PRP · nº 4444 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1990580não eleitoGDF · 42 anos · PRP · nº 4444 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.