- Serviços de terceirosR$ 373 mil32,2%
- Materiais impressosR$ 189 mil16,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 28 mil2,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil0,8%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 543 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 559 mil48,2%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Augusto Carvalho (Augusto Silveira de Carvalho) disputou 9 eleições entre 1986 e 2018, para deputado federal, deputado distrital e senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014, 2006, 1994, 1990 e 1986; deputado distrital em 2002. A maior votação foi em 1998, para senador por DF: 154.028 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 48,8 milhões empenhados em 44 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 8 municípios; 63% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por DF, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 579 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 98 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 692 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 373 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 189 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 479 mil em 2014 (44% com pessoal) e R$ 359 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Augusto Silveira de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Augusto Carvalho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 579 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 98 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 692 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 373 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 189 mil). Em 2014, 44% dos R$ 479 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, 46% dos R$ 359 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Augusto Carvalho teve R$ 48,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 44 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 8 municípios. Já foram pagos R$ 30,6 milhões (63%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (44%). As cidades que mais receberam foram Jaú, Curitiba e São José.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 8 milhões | R$ 6,2 milhões | 78% | 8 | 0 |
| 2018 | R$ 13,9 milhões | R$ 8,4 milhões | 60% | 11 | 2 |
| 2017 | R$ 11 milhões | R$ 6,1 milhões | 56% | 10 | 0 |
| 2016 | R$ 5,8 milhões | R$ 1,8 milhão | 31% | 6 | 6 |
| Total | R$ 38,7 milhões | R$ 22,5 milhões | 58% | 35 | 8 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.