11 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PMN
62 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr João Batista (João Batista Gomes da Silva) disputou 11 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Fortaleza em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por CE: 19.158 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por CE, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 93 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 16). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2020 (80% com publicidade por adesivos) e R$ 5 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
10.404 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de João Batista Gomes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 150 mil em receitas · R$ 150 mil em gastos
Dr João Batista declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Fortaleza (CE) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Ceará em 2010, 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 150 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 93 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil). Em 2020, 80% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, 78% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 150 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 150 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil31,4%
Materiais de expedienteR$ 4803,9%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 450,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE1.997LFortaleza, Ceará · 40 anos · Superior completo · Médico · PMN · nº 33690 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE4.046GCE · 38 anos · Superior completo · Médico · PL · nº 22690 · ver resultado completo
Coligação: PL / PSN / PT do B
Vereador · 1996SUPLENTE2.042LFortaleza, Ceará · 36 anos · Superior completo · Medico · PL · nº 22690 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.