Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zézeu (José Eduardo Vieira Ribeiro) disputou 7 eleições entre 1990 e 2010, para deputado federal, vereador, governador, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2010, 2006 e 2002; vereador de Salvador em 2000. A maior votação foi em 1994, para senador por BA: 692.321 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por BA, declarou R$ 636 mil em receitas: R$ 221 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de outras campanhas, R$ 57 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 294 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 636 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 253 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 207 mil) e publicidade por carros de som (R$ 74 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 296 mil.
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Evolução da votação nas eleições
109.109 votos em 2010 (eleito) · 7 eleições
A votação de José Eduardo Vieira Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualSenadorGovernadorVereadorDep. Federal
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 636 mil em receitas · R$ 636 mil em gastos contratados
Zézeu declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 636 mil em receitas: R$ 221 mil do Fundo Partidário, R$ 52 mil de outras campanhas, R$ 57 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 294 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 636 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 253 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 207 mil). Em 2006, R$ 296 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 636 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 636 milcontratados
Gastos em 2006R$ 296 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 38% · empresas 45% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 296 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 91 mil30,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 35 mil11,8%
Locação/cessão de bens móveisR$ 31 mil10,3%
Publicidade por carros de somR$ 21 mil6,9%
Outras 16 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 119 mil40,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Senador · 1994NÃO ELEITO692.321GBA · 45 anos · Superior completo · PT · nº 132 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1990SUPLENTE6.341GBA · 41 anos · PT · nº 13120 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.