Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilvam Borges (Gilvam Pinheiro Borges) disputou 9 eleições entre 1994 e 2024, para prefeito, governador e senador. Ele foi eleito 1 vez: senador em 1994. A maior votação foi em 2014, para senador por AP: 124.438 votos. Na campanha de 2022 para governador por AP, declarou R$ 500 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 300 mil), serviços advocatícios (R$ 150 mil) e serviços de terceiros (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 909 mil em 2018 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 990 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
637 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de Gilvam Pinheiro Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 500 mil em receitas · R$ 500 mil em gastos
Gilvam Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Amapá em 2010, 2014 e 2018, prefeito em Macapá (AP) em 2016, e governador por Amapá em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 500 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 300 mil) e serviços advocatícios (R$ 150 mil). Em 2018, 52% dos R$ 909 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 990 mil em gastos contratados.
Gastos em 2022R$ 500 milcampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 56% · partido e outras campanhas 44% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 807 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 70 mil8,7%
Outras 3 categoriasinclui R$ 55 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 325 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 737 mil91,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Senador · 1994ELEITO50.249GAP · 36 anos · Superior incompleto · Parlamentar · PMDB · nº 152 · ver resultado completoSenado Federal
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.