14 eleições entre 1978 e 2020 · último partido PDT
80 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Abel Alves (Abel Rodrigues Alves) disputou 14 eleições entre 1978 e 2020, para vereador, governador, vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1986. A maior votação foi em 1990, para deputado federal por AM: 10.399 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Tefé/AM, declarou R$ 8 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 700). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2016 e R$ 106 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
142 votos em 2020 · 14 eleições
A votação de Abel Rodrigues Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos
Abel Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006, vereador em Tefé (AM) em 2012 e 2020, governador por Amazonas em 2014, e vereador em Manaus (AM) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2016, R$ 27 mil em gastos contratados; em 2014, 47% dos R$ 106 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Outras 2 categoriasinclui R$ 398 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil15,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2012—LTefé, Amazonas · 72 anos · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSOL · nº 55 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE5.887GAM · 58 anos · Superior completo · Advogado · PPS · nº 23111 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PMN / PPS
Prefeito · 1996NÃO ELEITO3.398LTefé, Amazonas · 56 anos · Superior completo · Advogado · PPS · nº 23 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE3.749GAM · 54 anos · Superior completo · Advogado · PPS · nº 23111 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1990SUPLENTE10.399GAM · 50 anos · PSDB · nº 4513 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1986ELEITO3.340GAM · 46 anos · PSB · nº 40113 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1978SUPLENTE2.445GAC · 38 anos · MDB · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.