- Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil55,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil35,0%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 360,5%
- Outras 1 categoriainclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 6008,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joao Correia (João Correia Lima Sobrinho) disputou 6 eleições entre 1990 e 2010, para senador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2002; deputado estadual em 1994 e 1990. A maior votação foi em 2010, para senador por AC: 117.848 votos. Na campanha de 2010 para senador por AC, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 36). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 60 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joao Correia Lima Sobrinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joao Correia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Acre em 2006, e senador por Acre em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil). Em 2006, R$ 60 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.