- PessoalR$ 139 mil42,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 72 mil22,1%
- Materiais impressosR$ 52 mil16,1%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil6,1%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 261 lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil13,1%
Segundo o Radar do Voto, Dr. Carlos Gomes (PL) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 5.736 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Carlos Gomes (Carlos Alberto Gomes) disputou 9 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São João da Boa Vista em 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por SP: 5.736 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 968 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 519 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 284 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 326 mil, principalmente com pessoal (R$ 139 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 72 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2020 (59% com publicidade por adesivos) e R$ 15 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Alberto Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Carlos Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São João da Boa Vista (SP) em 2008, 2016 e 2020, deputado estadual por São Paulo em 2014, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 968 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 519 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 284 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 326 mil, principalmente com pessoal (R$ 139 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 72 mil); R$ 223 mil já foram pagos. Em 2020, 59% dos R$ 14 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, 41% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.