6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PATRIOTA
51 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Garrafinha (Éder Júnior Rodrigues) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Pontal em 2004; vereador de Pontal em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Pontal/SP: 9.157 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Pontal/SP, declarou R$ 389 mil em receitas: R$ 164 mil de doações privadas (13 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 195 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 389 mil, principalmente com pessoal (R$ 214 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil) e pré-instalação física de comitê de campanha de candidato (R$ 17 mil).
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Evolução da votação nas eleições
9.157 votos em 2008 · 6 eleições
A votação de Eder Junior Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 389 mil em receitas · R$ 389 mil em gastos contratados
Garrafinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Pontal (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 389 mil em receitas: R$ 164 mil de doações privadas (13 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 195 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 389 mil, principalmente com pessoal (R$ 214 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil).
Pré-instalação física de comitê de campanha de candidatoR$ 17 mil4,4%
Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil3,3%
Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 94 mil24,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2004ELEITO12.138LPontal, São Paulo · 39 anos · Ensino fundamental completo · Agricultor · PSDB · nº 14 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2000—LPontal, São Paulo · 35 anos · Ensino fundamental completo · PRP · nº 441 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PTB / PPB / PRP / PFL / PV / PDT / PT do B / PC do B
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA246LPontal, São Paulo · 31 anos · Dado Inexistente · PRP · nº 44666 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.