Maria Eva da Delegacia

Foto de Maria Eva de Fátima da Silva Bacci
Maria Eva da Delegacia
Maria Eva de Fátima da Silva Bacci (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
62 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Maria Eva da Delegacia (Maria Eva de Fátima da Silva Bacci) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 5 vezes: vice-prefeita de Pinhalzinho em 2020; vereadora de Pinhalzinho em 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Pinhalzinho/SP: 312 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Pinhalzinho/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 144 do Fundo Partidário, R$ 257 de outras campanhas, R$ 170 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 461) e publicidade por materiais impressos (R$ 395). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 (54% com locação/cessão de bens móveis) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

225 votos em 2016 (eleita) · 7 eleições

A votação de Maria Eva de Fátima da Silva Bacci em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Maria Eva da Delegacia declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Pinhalzinho (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 144 do Fundo Partidário, R$ 257 de outras campanhas, R$ 170 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 461). Em 2012, 54% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com locação/cessão de bens móveis; em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Pinhalzinho (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 11% · pessoas 7% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil41,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 46119,3%
  • Materiais impressosR$ 39516,5%
  • Serviços de terceirosR$ 27911,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 144 lançados como "diversas a especificar"R$ 25710,7%
2012Vereadora, Pinhalzinho (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 52% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil54,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil42,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 902,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 400,9%
2008Vereadora, Pinhalzinho (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 2% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Transporte ou deslocamentoR$ 33022,0%
  • Materiais impressosR$ 29019,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17011,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 71047,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleita em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892