Pedro Gás

Foto de Pedro dos Santos
Pedro Gás
Pedro dos Santos (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PODE
78 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Gás (Pedro dos Santos) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Marabá Paulista em 2016; vereador de Marabá Paulista em 1996. A maior votação foi em 2008, para vereador em Marabá Paulista/SP: 139 votos. Na campanha de 2016 para vice-prefeito em Marabá Paulista/SP, declarou R$ 190 em receitas: R$ 90 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 180 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 430 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

139 votos em 2008 · 8 eleições

A votação de Pedro dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 190 em receitas

Pedro Gás declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Marabá Paulista (SP) em 2008 e 2012, e vice-prefeito em Marabá Paulista (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 190 em receitas: R$ 90 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Em 2012, 100% dos R$ 180 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 45% dos R$ 430 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 190campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 180contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vice-prefeito, Marabá Paulista (SP)
Arrecadado
R$ 190
doações de pessoas
pessoas 47% · próprios 53%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Vereador, Marabá Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 180
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 180
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 180100,0%
2008Vereador, Marabá Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 430
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 430
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19545,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13832,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 6214,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 36 lançados como "diversas a especificar"R$ 368,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1996 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892