- Materiais impressosR$ 131 mil26,0%
- Outras 11 categoriasR$ 371 mil74,0%
João Durval (João Durval Carneiro) disputou 7 eleições entre 1974 e 2006, para senador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: senador em 2006; governador em 1982; deputado federal em 1978 e 1974. A maior votação foi em 2006, para senador por BA: 2.655.552 votos. Na campanha de 2006 para senador por BA, declarou R$ 502 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 37 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 454 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 502 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 161 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 131 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 60 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Durval Carneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Durval declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Bahia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 502 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 37 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 454 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 502 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 161 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 131 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.