- Publicidade por jornais e revistasR$ 90014,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 68011,0%
- Materiais impressosR$ 6029,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4707,6%
- Outras 5 categoriasR$ 4 mil57,1%
Lúcia Flávia (Lúcia Flávia Corrêa Garcia) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Tubarão em 2000. A maior votação foi em 2000, para vereadora em Tubarão/SC: 803 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Tubarão/SC, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 344 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 900), combustíveis e lubrificantes (R$ 680) e publicidade por materiais impressos (R$ 602).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lucia Flavia Correa Garcia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lúcia Flávia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Tubarão (SC) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 344 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 900) e combustíveis e lubrificantes (R$ 680).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.