- Impulsionamento de conteúdosR$ 171 mil38,1%
- Materiais impressosR$ 78 mil17,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 56 mil12,4%
- Serviços advocatíciosR$ 26 mil5,8%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 28 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 118 mil26,3%
Delegado Jardel (Jardel Luis Castro Guimarães) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para prefeito, senador e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Santarém em 2016. A maior votação foi em 2022, para senador por PA: 85.099 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Santarém/PA, declarou R$ 716 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 259 mil do Fundo Partidário e R$ 357 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 450 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 171 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 78 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 56 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 57 mil em 2022 (44% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 3 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jardel Luis Castro Guimarães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Delegado Jardel declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Santarém (PA) em 2012, 2016 e 2020, senador por Pará em 2022, e prefeito em Santarém (PA) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 716 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 259 mil do Fundo Partidário e R$ 357 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 450 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 171 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 78 mil). Em 2022, 44% dos R$ 57 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2020, 71% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.