Dinis Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, senador por Minas Gerais em 2018, e prefeito em Ibirité (MG) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 497 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 260 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 479 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 403 mil). Em 2018, R$ 1,9 milhão em gastos; em 2010, R$ 1,2 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 1,8 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 1,7 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,9 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2010, 2018 e 2024
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
7 doadores pessoas físicas
FEFC 57% · pessoas 28% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 479 mil28,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 403 mil23,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 195 mil11,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 170 mil9,9%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 466 mil27,2%
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
22 doadores pessoas físicas
FEFC 16% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 78% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 414 mil22,1%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 347 mil18,5%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 309 mil16,5%
- Publicidade por adesivosR$ 255 mil13,6%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 170 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 548 mil29,3%
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
289 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 6% · empresas 71% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 355 mil28,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 251 mil20,4%
- Materiais impressosR$ 114 mil9,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 85 mil6,9%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 44 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 20 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 423 mil34,5%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 430 mil
188 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 25% · empresas 45% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 430 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Combustíveis e lubrificantesR$ 150 mil34,9%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 36 mil8,3%
- Materiais impressosR$ 33 mil7,7%
- Publicidade por carros de somR$ 26 mil6,1%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 185 mil43,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Ver doadores, fornecedores e gastos ›