- Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil45,6%
- Serviços de terceirosR$ 8 mil28,1%
- Serviços advocatíciosR$ 8 mil26,3%
Segundo o Radar do Voto, Mauro dos Materiais (PRD) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 5.581 votos, pelo resultado oficial do TSE. Mauro dos Materiais (Mauro Paulino Mendes) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Votorantim em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Votorantim/SP: 9.485 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 13 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 112 mil em 2024 e R$ 10 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauro Paulino Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mauro dos Materiais declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Votorantim (SP) em 2016 e 2020, prefeito em Votorantim (SP) em 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2024, R$ 112 mil em gastos; em 2020, R$ 10 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.