Wanderson Paiva Rocha

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Wanderson Paiva Rocha
6 eleições entre 2008 e 2024 · PSTU
50 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus
redes informadas ao TSE
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Wanderson Rocha (Wanderson Paiva Rocha) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 2.876 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 149 mil em receitas: R$ 147 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 269 de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 5 mil em 2022 (40% com serviços advocatícios) e R$ 36 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

667 votos em 2024 · 6 eleições

A votação de Wanderson Paiva Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 149 mil em receitas · R$ 147 mil em gastos

Wanderson Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008 e 2016, deputado estadual por Minas Gerais em 2018, prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2020 e 2024, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 149 mil em receitas: R$ 147 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 269 de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 147 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil). Em 2022, 40% dos R$ 5 mil em gastos foram com serviços advocatícios; em 2020, R$ 36 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 149 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 147 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 149 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 147 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 58 mil39,5%
  • Materiais impressosR$ 47 mil32,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 30 mil20,4%
  • Serviços contábeisR$ 7 mil4,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 5 mil3,1%
2022Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
sem doações de pessoas
FEFC 24% · partido e outras campanhas 76%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 2 mil40,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil28,7%
  • Serviços contábeisR$ 90018,1%
  • Materiais impressosR$ 64012,9%
2020Prefeito, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 36 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil33,8%
  • Materiais impressosR$ 10 mil27,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 6 mil16,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil8,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 5 mil13,1%
Ver as 3 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 51% · pessoas 37% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 847
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 66078,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13015,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 293,4%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 283,2%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 32% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil23,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil21,1%
  • Pré-instalação física de comitê de campanhaR$ 2 mil19,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil17,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 2 mil18,2%
2008Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885