- Materiais impressosR$ 499 mil27,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 360 mil19,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 353 mil19,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 222 mil12,1%
- Outras 13 categoriasR$ 396 mil21,6%
Segundo o Radar do Voto, Guilherme Cortez (PSOL) foi eleito deputado federal por São Paulo em 2026, com 275.450 votos, pelo resultado oficial do TSE. Guilherme Cortez (Guilherme da Costa Aguiar Cortez) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2026; deputado estadual em 2022. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por SP: 275.450 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 35,6 milhões em 179 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 56 municípios; 71% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 43 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 499 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 360 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 353 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 537 mil em 2024 e R$ 62 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Guilherme da Costa Aguiar Cortez em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Guilherme Cortez declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Franca (SP) em 2020, deputado estadual por São Paulo em 2022, prefeito em Franca (SP) em 2024, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 43 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 499 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 360 mil); R$ 1,7 milhão já foram pagos. Em 2024, R$ 537 mil em gastos; em 2022, 44% dos R$ 62 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Guilherme Cortez indicou R$ 35,6 milhões em 179 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 56 municípios. Até a coleta de out/2026 na fonte, 71% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (47%). As cidades que mais receberam foram Franca, São Paulo e Ribeirão Preto.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 12,9 milhões | R$ 6,1 milhões | 47% | 83 | 54 |
| 2025 | R$ 12,5 milhões | R$ 9,5 milhões | 76% | 54 | 20 |
| 2024 | R$ 10,2 milhões | R$ 9,9 milhões | 97% | 42 | 9 |
| Total | R$ 35,6 milhões | R$ 25,5 milhões | 71% | 179 | 56 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em out/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.