- Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil33,8%
- Serviços de terceirosR$ 13 mil25,8%
- PessoalR$ 8 mil15,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil13,5%
- Outras 5 categoriasR$ 6 mil11,8%
Segundo o Radar do Voto, Fernando Pacheco (DEMOCRATA) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 10.896 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fernando Pacheco (Fernando Pacheco Fialho) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2018; vereador de Cataguases em 2012. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MG: 30.810 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 11,9 milhões em 27 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 11 municípios; 80% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 72 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil), serviços de terceiros (R$ 13 mil) e pessoal (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 174 mil em 2024 e R$ 183 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fernando Pacheco Fialho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fernando Pacheco declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Cataguases (MG) em 2012, prefeito em Cataguases (MG) em 2016 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 72 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil) e serviços de terceiros (R$ 13 mil); R$ 48 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 174 mil em gastos; em 2022, R$ 183 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Fernando Pacheco indicou R$ 11,9 milhões em 27 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 11 municípios. Até a coleta na fonte, 80% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado de Governo (100%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Palma, Guidoval e Recreio. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 1,2 milhão em 5 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,6 milhões em 22 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 1,2 milhão | R$ 1,2 milhão | 100% | 5 | 4 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.