- Materiais impressosR$ 121 mil60,7%
- Serviços de terceirosR$ 40 mil19,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil8,8%
- Serviços advocatíciosR$ 12 mil6,0%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 895 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil4,7%
Segundo o Radar do Voto, Leandro Peixe (SOLIDARIEDADE) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 1.280 votos, pelo resultado oficial do TSE. Leandro Peixe (Leandro Pereira Netto) disputou 4 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Rio Bonito em 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Rio Bonito/RJ: 9.414 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 209 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 121 mil), serviços de terceiros (R$ 40 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 18 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 245 mil em 2024 e R$ 58 mil em 2020.
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A votação de Leandro Pereira Netto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leandro Peixe declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Rio Bonito (RJ) em 2020 e 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 209 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 199 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 121 mil) e serviços de terceiros (R$ 40 mil); R$ 199 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 245 mil em gastos contratados; em 2020, R$ 58 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.