Wildes Carlos

Foto de Wildes Carlos da Silva
Wildes Carlos
Wildes Carlos da Silva (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2024 · último partido REDE
67 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Wildes Carlos (Wildes Carlos da Silva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 107 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Coronel Fabriciano/MG, declarou R$ 50 em receitas, de doações privadas. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 404, 46% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

24 votos em 2024 · 6 eleições

A votação de Wildes Carlos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 50 em receitas

Wildes Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Coronel Fabriciano (MG) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 50 em receitas, de doações privadas. Em 2016, 46% dos R$ 404 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2016R$ 404contratados, campanha encerrada
Campanhas42016, 2018, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2024Vereador, Coronel Fabriciano (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Coronel Fabriciano (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 774
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 48% · pessoas 52%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver a campanha anterior
2016Vereador, Coronel Fabriciano (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 404
doações de pessoas
partido e outras campanhas 63% · pessoas 37%
Gasto contratado
R$ 404
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18746,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 15037,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 409,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 286,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892