ED Thomas

Foto de Edson Tomazini
ED Thomas
Edson Tomazini (nome civil)
10 eleições entre 2000 e 2026 · último partido PRD
63 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista
Candidato a Deputado Estadual · São Paulo · Eleições 2026 · PRD · nº 25123
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, ED Thomas (PRD) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 7.801 votos, pelo resultado oficial do TSE. ED Thomas (Edson Tomazini) disputou 10 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Presidente Prudente em 2020; deputado estadual em 2018, 2014, 2010 e 2006; vereador de Presidente Prudente em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 64.164 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 174 mil em receitas: R$ 161 mil do Fundo Partidário e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 155 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 45 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 32 mil) e serviços de terceiros (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 469 mil em 2024 (42% com militância e mobilização de rua) e R$ 432 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

7.801 votos em 2026 · 10 eleições

A votação de Edson Tomazini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 174 mil em receitas · R$ 155 mil em gastos contratados

ED Thomas declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2026, e prefeito em Presidente Prudente (SP) em 2008, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 174 mil em receitas: R$ 161 mil do Fundo Partidário e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 155 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 45 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 32 mil); R$ 155 mil já foram pagos. Em 2024, 42% dos R$ 469 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, 49% dos R$ 432 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 174 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 155 milcontratados, parcial; R$ 155 mil pagos
Gastos em 2024R$ 469 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2026parcialDeputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 174 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 155 mil
pago até agora: R$ 155 mil (99%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 45 mil28,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 32 mil20,5%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil19,4%
  • Materiais impressosR$ 27 mil17,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 21 mil13,8%
2024Prefeito, Presidente Prudente (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 470 mil
17 doadores pessoas físicas
FEFC 78% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 22% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 469 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 199 mil42,3%
  • Materiais impressosR$ 119 mil25,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 38 mil8,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 37 mil7,8%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 77 mil16,5%
2020Prefeito, Presidente Prudente (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 527 mil
81 doadores pessoas físicas
FEFC 38% · Fundo Partidário 2% · pessoas 60%
Gasto contratado
R$ 432 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 211 mil48,8%
  • Materiais impressosR$ 62 mil14,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil9,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 39 mil9,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 47 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 80 mil18,6%
Ver as 5 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 466 mil
96 doadores pessoas físicas
FEFC 21% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 69% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 403 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 125 mil31,0%
  • Materiais impressosR$ 122 mil30,2%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 65 mil16,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31 mil7,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 60 mil14,8%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 212 mil
32 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 45% · empresas 23%
Gasto contratado
R$ 211 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 76 mil35,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil16,1%
  • Materiais impressosR$ 30 mil14,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 25 mil11,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil22,0%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 343 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 11% · empresas 61% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 343 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 101 mil29,5%
  • PessoalR$ 96 mil28,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 39 mil11,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil6,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 84 mil24,4%
2008Prefeito, Presidente Prudente (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 320 mil
27 doadores pessoas físicas
partido 12% · pessoas 40% · empresas 43% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 320 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 111 mil34,8%
  • Materiais impressosR$ 80 mil25,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 43 mil13,4%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 22 mil6,9%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 63 mil19,8%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 67 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 24% · empresas 5% · próprios menos de 1% · outras 6%
Gasto contratado
R$ 67 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil3,8%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil2,4%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil1,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 65menos de 0,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 62 mil92,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892