Surama Ezedim Machado

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Surama Ezedim Machado
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PPS
48 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Pedagogo
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Surama (Surama Ezedim Machado) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Rio Grande em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputada estadual por RS: 12.859 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Rio Grande/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 56 do Fundo Partidário e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 380) e serviços de terceiros (R$ 150). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil.

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Evolução da votação nas eleições

660 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Surama Ezedim Machado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Surama declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Rio Grande (RS) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 56 do Fundo Partidário e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 380). Em 2008, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2008R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 1% · pessoas 99%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil88,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3808,0%
  • Serviços de terceirosR$ 1503,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 70,1%
2008Vereadora, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 7% · empresas 31% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil24,1%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil19,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil15,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 5 mil30,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Surama Ezedim Machado (Surama): candidaturas e votos · Radar do Voto