Luiz Carlos Gonçalves Nicoletti

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Luiz Carlos Gonçalves Nicoletti
6 eleições entre 1996 e 2012 · PTB
56 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio incompleto
Produtor Agropecuário
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Luiz Nicolette (Luiz Carlos Gonçalves Nicoletti) disputou 6 eleições entre 1996 e 2012, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 606 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Santa Vitória do Palmar/RS, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 234 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (103 doadores) e R$ 10 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 234) e publicidade por materiais impressos (R$ 230). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 66% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

123 votos em 2012 · 6 eleições

A votação de Luiz Carlos Gonçalves Nicoletti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 7 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Luiz Nicolette declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, e vereador em Santa Vitória do Palmar (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 234 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (103 doadores) e R$ 10 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 234). Em 2010, 66% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2012R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados
Gastos em 2010R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Santa Vitória do Palmar (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
103 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 96% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23413,0%
  • Materiais impressosR$ 23012,8%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 188 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil74,3%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido 53% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil66,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil10,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil23,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885