Reginaldo da Luz Pujol

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Reginaldo da Luz Pujol
10 eleições entre 1996 e 2020 · último partido DEM
81 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Pujol (Reginaldo da Luz Pujol) disputou 10 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Porto Alegre em 2016, 2012, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RS: 28.373 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Porto Alegre/RS, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 90 mil de doações privadas (105 doadores). Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 42 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 205 mil em 2016 e R$ 231 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.190 votos em 2020 · 10 eleições

A votação de Reginaldo da Luz Pujol em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 137 mil em receitas · R$ 124 mil em gastos

Pujol declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 90 mil de doações privadas (105 doadores). Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 42 mil). Em 2016, R$ 205 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 231 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 137 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 124 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 205 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 137 mil
105 doadores pessoas físicas
FEFC 29% · Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 65%
Gasto contratado
R$ 124 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 55 mil44,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 42 mil34,0%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 9 mil7,3%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil5,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 11 mil8,6%
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 206 mil
86 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 50% · pessoas 48% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 205 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 67 mil32,9%
  • Serviços de terceirosR$ 58 mil28,2%
  • Materiais impressosR$ 40 mil19,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil7,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 25 mil12,1%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 244 mil
70 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 22% · empresas 47% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 231 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 37 mil16,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 35 mil15,4%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 23 mil10,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil7,7%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 38 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 117 mil50,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 104 mil
25 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 22% · empresas 58% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 28 mil26,8%
  • Despesas postaisR$ 14 mil13,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 13 mil12,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil10,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil37,5%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 171 mil
19 doadores pessoas físicas
pessoas 9% · empresas 82% · próprios 2% · outras 8%
Gasto contratado
R$ 171 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 56 mil32,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 30 mil17,3%
  • Materiais impressosR$ 21 mil12,4%
  • Despesas postaisR$ 19 mil11,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 187 lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil26,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Reginaldo da Luz Pujol (Pujol): candidaturas e votos · Radar do Voto