- PessoalR$ 38 mil51,4%
- Materiais impressosR$ 30 mil41,2%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil5,3%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil2,0%
Elias Vidal Dengoso (Elias Nunes Vidal) disputou 8 eleições entre 1996 e 2014, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Porto Alegre em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 15.866 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por RS, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 45 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 20 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 46 mil em 2008 (65% com publicidade por materiais impressos) e R$ 40 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elias Nunes Vidal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Elias Vidal Dengoso declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 45 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 20 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil). Em 2008, 65% dos R$ 46 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, 54% dos R$ 40 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.