Nelcir Reimundo Tessaro

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Nelcir Reimundo Tessaro
8 eleições entre 1994 e 2020 · último partido DEM
67 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Tessaro (Nelcir Reimundo Tessaro) disputou 8 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Porto Alegre em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 12.720 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Porto Alegre/RS, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil), militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2016 e R$ 40 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

954 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Nelcir Reimundo Tessaro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 30 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos

Tessaro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Em 2016, R$ 24 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 40 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
doações de pessoas
FEFC 33% · Fundo Partidário 30% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 3% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 15 mil60,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil14,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil6,2%
  • Locação de imóveisR$ 5002,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil16,8%
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · pessoas 45% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil33,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil20,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil4,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3001,3%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil40,7%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 18% · empresas 26% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil36,0%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil12,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil7,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil5,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil4,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil34,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 326 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 3% · empresas 51% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 326 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 225 mil69,1%
  • Materiais impressosR$ 46 mil14,0%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil0,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 54 mil16,6%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 140 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 21% · empresas 47% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 140 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil11,8%
  • PessoalR$ 9 mil6,2%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil3,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 110 mil78,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Nelcir Reimundo Tessaro (Tessaro): candidaturas e votos · Radar do Voto