- Publicidade por jornais e revistasR$ 91 mil40,4%
- Materiais impressosR$ 35 mil15,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24 mil10,7%
- PessoalR$ 20 mil8,9%
- Outras 8 categoriasR$ 55 mil24,5%
Beto Moesch (Alberto Pretto Moesch) disputou 5 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Porto Alegre em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 24.409 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RS, declarou R$ 225 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 84 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 110 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 91 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 24 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 147 mil, 47% com publicidade por jornais e revistas.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alberto Pretto Moesch em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Beto Moesch declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 225 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 84 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 110 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 91 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil). Em 2008, 47% dos R$ 147 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.