João Carlos Cavalheiro Nedel

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João Carlos Cavalheiro Nedel
9 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PP
74 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Vereador
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João Carlos Nedel (João Carlos Cavalheiro Nedel) disputou 9 eleições entre 1994 e 2016, para vereador, deputado federal, 1º suplente senador e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: vereador de Porto Alegre em 2016, 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 16.720 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Porto Alegre/RS, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 29 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), serviços de terceiros (R$ 14 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 54 mil em 2012 e R$ 98 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

5.346 votos em 2016 (eleito) · 9 eleições

A votação de João Carlos Cavalheiro Nedel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorSenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 50 mil em receitas · R$ 49 mil em gastos contratados

João Carlos Nedel declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, e vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 29 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e serviços de terceiros (R$ 14 mil). Em 2012, R$ 54 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 98 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 49 milcontratados
Gastos em 2012R$ 54 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 18% · pessoas 58% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 24 mil48,0%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil28,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil5,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil5,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 6 mil12,7%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 135 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 8% · empresas 64% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 54 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil36,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil24,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil14,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil9,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 9 mil15,9%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 98 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 10% · empresas 80% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 98 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 23 mil23,5%
  • PessoalR$ 14 mil14,1%
  • Materiais impressosR$ 11 mil11,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil9,6%
  • Outras 13 categoriasR$ 41 mil41,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 158 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 6% · empresas 90% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 158 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 53 mil33,9%
  • Despesas postaisR$ 29 mil18,6%
  • Materiais impressosR$ 24 mil15,2%
  • PessoalR$ 12 mil7,5%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 147 lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil24,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
João Carlos Cavalheiro Nedel (João Carlos Nedel): candidaturas e votos · Radar do Voto