Claudio Martins (José Cláudio Ferreira Martins) disputou 6 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Jaguarão em 2012 e 2008; vereador de Jaguarão em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RS: 10.565 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Jaguarão/RS, declarou R$ 192 mil em receitas: R$ 121 mil de doações privadas (41 doadores), R$ 70 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 58 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e publicidade por carros de som (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 102 mil em 2008 e R$ 4 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
9.343 votos em 2012 (eleito) · 6 eleições
A votação de Jose Claudio Ferreira Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 192 mil em receitas · R$ 180 mil em gastos contratados
Claudio Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e prefeito em Jaguarão (RS) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 192 mil em receitas: R$ 121 mil de doações privadas (41 doadores), R$ 70 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 58 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil). Em 2008, R$ 102 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 4 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 192 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 180 milcontratados
Gastos em 2008R$ 102 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 14% · pessoas 72% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil36,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 66719,0%
Locação de imóveisR$ 64018,3%
Materiais impressosR$ 63018,0%
Outras 5 categoriasinclui R$ 35 lançados como "diversas a especificar"R$ 3048,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2008ELEITO6.886LJaguarão, Rio Grande do Sul · 40 anos · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PT · nº 13 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO1.076LJaguarão, Rio Grande do Sul · 36 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PT · nº 13300 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO441LJaguarão, Rio Grande do Sul · 32 anos · Superior completo · PT · nº 13300 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO540LJaguarão, Rio Grande do Sul · 28 anos · Superior completo · Professor · PT · nº 13601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.