- Serviços de terceirosR$ 61 mil41,3%
- Materiais impressosR$ 49 mil33,4%
- Serviços contábeisR$ 10 mil6,8%
- Publicidade por adesivosR$ 5 mil3,6%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 186 lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil14,8%
Doutor Galindo (Jose Milton Galindo Junior) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Eldorado/SP, com 2.795 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeito em Eldorado/SP, declarou R$ 146 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 61 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil) e serviços contábeis (R$ 10 mil).
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Doutor Galindo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Eldorado (SP) em 2024 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 146 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 61 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil). Em 2024, R$ 75 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.