- Impulsionamento de conteúdosR$ 84 mil47,7%
- PessoalR$ 50 mil28,2%
- Serviços advocatíciosR$ 21 mil11,9%
- Serviços contábeisR$ 13 mil7,4%
- Outras 2 categoriasR$ 8 mil4,8%
Segundo o Radar do Voto, Vinicius Saudino (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 6.728 votos, pelo resultado oficial do TSE. Vinicius Saudino (Vinicius Saudino de Moraes) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Salto em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 10.599 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 23 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 176 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 84 mil), pessoal (R$ 50 mil) e serviços advocatícios (R$ 21 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 202 mil em 2024 e R$ 94 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vinicius Saudino de Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vinicius Saudino declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Salto (SP) em 2012, 2016 e 2020, deputado federal por São Paulo em 2022 e 2026, e prefeito em Salto (SP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 23 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 176 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 84 mil) e pessoal (R$ 50 mil); R$ 171 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 202 mil em gastos; em 2022, 45% dos R$ 94 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.