Segundo o Radar do Voto, Daniel do Irineu (PSB) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 14.590 votos, pelo resultado oficial do TSE. Daniel do Irineu (Daniel Pereira Fonseca Silva) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Contagem em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MG: 14.590 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 170 mil em receitas: R$ 534 de outras campanhas, R$ 111 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 26 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 84 mil em 2024 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 65 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
14.590 votos em 2026 · 4 eleições
A votação de Daniel Pereira Fonseca Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 170 mil em receitas · R$ 133 mil em gastos contratados
Daniel do Irineu declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Contagem (MG) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 170 mil em receitas: R$ 534 de outras campanhas, R$ 111 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 26 mil); R$ 70 mil já foram pagos. Em 2024, 44% dos R$ 84 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, R$ 65 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 170 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 133 milcontratados, parcial; R$ 70 mil pagos
Gastos em 2024R$ 84 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 7 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil19,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.