Antonio Ozorio (Antonio Carlos Ozorio Nunes) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em São Luís do Paraitinga/SP, com 3.041 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeito em São Luís do Paraitinga/SP, declarou R$ 113 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 30 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 16 mil).
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 113 mil em receitas · R$ 110 mil em gastos
Antonio Ozorio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Luís do Paraitinga (SP) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 113 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil).
Receitas em 2024R$ 113 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 110 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 89% · partido menos de 1% · pessoas 1% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 110 mil
tudo pago (100%)
Materiais impressosR$ 16 mil14,8%
Serviços de terceirosR$ 16 mil14,4%
PessoalR$ 11 mil9,5%
Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil8,3%
Locação de imóveisR$ 3 mil2,7%
Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil50,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.