Gustavo Brasileiro

Foto de Gustavo Tambelini Brasileiro
Gustavo Brasileiro
Gustavo Tambelini Brasileiro (nome civil)
5 eleições entre 2016 e 2024 · último partido DC
41 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gustavo Brasileiro (Gustavo Tambelini Brasileiro) disputou 5 eleições entre 2016 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Patrocínio em 2024; vice-prefeito de Patrocínio em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 28.997 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Patrocínio/MG, declarou R$ 406 mil em receitas: R$ 95 mil de outros recursos do partido, R$ 258 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 311 mil, principalmente com pessoal (R$ 184 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 35 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 582 mil em 2022 (58% com militância e mobilização de rua) e R$ 48 mil em 2020.

Prefeito · 2024
28.082
votos · Patrocínio, Minas Gerais
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

28.082 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições

A votação de Gustavo Tambelini Brasileiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 406 mil em receitas · R$ 311 mil em gastos

Gustavo Brasileiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2018 e 2022, e prefeito em Patrocínio (MG) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 406 mil em receitas: R$ 95 mil de outros recursos do partido, R$ 258 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 311 mil, principalmente com pessoal (R$ 184 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil). Em 2022, 58% dos R$ 582 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, R$ 48 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 406 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 311 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 582 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42018, 2020, 2022 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Patrocínio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 406 mil
29 doadores pessoas físicas
partido 23% · pessoas 64% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 311 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 184 mil59,1%
  • Materiais impressosR$ 47 mil15,1%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 35 mil11,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil6,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 26 mil8,3%
2022Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 628 mil
37 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 68% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 582 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 340 mil58,3%
  • Materiais impressosR$ 76 mil13,0%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil4,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 22 mil3,7%
  • Outras 13 categoriasR$ 120 mil20,6%
2020Prefeito, Patrocínio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 311 mil
14 doadores pessoas físicas
FEFC 26% · partido e outras campanhas 64% · pessoas 10%
Gasto contratado
R$ 48 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 18 mil37,5%
  • PessoalR$ 14 mil29,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 7 mil15,0%
  • Materiais impressosR$ 7 mil13,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil4,0%
Ver a campanha anterior
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 299 mil
26 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 40% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 272 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 148 mil54,6%
  • Materiais impressosR$ 39 mil14,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 19 mil7,1%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 17 mil6,1%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 110 lançados como "diversas a especificar"R$ 48 mil17,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892