Jorge

Foto de Jorge Joaquim da Silva
Jorge
Jorge Joaquim da Silva (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido MDB
72 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Contador
redes informadas ao TSE
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge (Jorge Joaquim da Silva) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Amaral Ferrador em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para vereador em Amaral Ferrador/RS: 215 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Amaral Ferrador/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 204 de outros recursos do partido, R$ 500 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 505), serviços advocatícios (R$ 500) e publicidade por adesivos (R$ 390). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 51% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

85 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Jorge Joaquim da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Jorge declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Amaral Ferrador (RS) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 204 de outros recursos do partido, R$ 500 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 505) e serviços advocatícios (R$ 500). Em 2008, 51% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Amaral Ferrador (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido 9% · pessoas 22% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 50531,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 50031,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 39024,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1509,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 553,4%
2008Vereador, Amaral Ferrador (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil51,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 58320,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 32011,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 592,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 40014,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892