Segundo o Radar do Voto, Pastora Maria do Povo (PDT) ficou como suplente de deputada estadual por Minas Gerais em 2026, com 60 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pastora Maria do Povo (Maria José Roberto Pereira) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por MG: 857 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MG, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 26 mil em 2024 (80% com pessoal) e R$ 10 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
60 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de Maria Jose Roberto Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 20 mil em receitas
Pastora Maria do Povo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereadora em Contagem (MG) em 2012, 2016 e 2024, e deputada estadual por Minas Gerais em 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2024, 80% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2018, 68% dos R$ 10 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 20 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2024R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 42% · pessoas 37% · empresas 14% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 57043,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 43033,1%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30023,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.