- Serviços de terceirosR$ 17 mil92,8%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil6,7%
- Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 840,5%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Ton Proêncio (NOVO) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 3.493 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ton Proêncio (Erivelton Marcos Proêncio) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Jaguariúna em 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Jaguariúna/SP: 4.654 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 118 mil em receitas: R$ 61 mil do Fundo Partidário, R$ 30 mil de outras campanhas e R$ 27 mil de doações privadas (6 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 17 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 84). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 138 mil em 2024 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 13 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Erivelton Marcos Proencio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ton Proêncio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Jaguariúna (SP) em 2020, prefeito em Jaguariúna (SP) em 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 118 mil em receitas: R$ 61 mil do Fundo Partidário, R$ 30 mil de outras campanhas e R$ 27 mil de doações privadas (6 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 17 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil); R$ 10 mil já foram pagos. Em 2024, 46% dos R$ 138 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 52% dos R$ 13 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.