- Serviços contábeisR$ 9 mil27,6%
- Materiais impressosR$ 7 mil22,3%
- Publicidade por adesivosR$ 4 mil10,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil9,1%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil30,3%
Alvaro da A7 (Álvaro Alberto Martins Silva) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Porto Nacional/TO, com 328 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeito em Porto Nacional/TO, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil).
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Alvaro da A7 declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Porto Nacional (TO) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.