- PessoalR$ 202 mil27,6%
- Materiais impressosR$ 192 mil26,3%
- Serviços de terceirosR$ 97 mil13,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 95 mil13,0%
- Outras 5 categoriasR$ 146 mil19,9%
Helinho Zanatta (Helio Donizete Zanatta) disputou 6 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Piracicaba em 2024; deputado estadual em 2022; prefeito de São Pedro em 2016 e 2012; prefeito de Charqueada em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Piracicaba/SP: 106.399 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 41,9 milhões em 202 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2024, para 108 municípios; 96% desse valor já foi pago. Na campanha de 2024 para prefeito em Piracicaba/SP, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil de outros recursos do partido, R$ 66 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 70 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 731 mil, principalmente com pessoal (R$ 202 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil) e serviços de terceiros (R$ 97 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 488 mil em 2022 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 114 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Helio Donizete Zanatta em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Helinho Zanatta declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em São Pedro (SP) em 2012 e 2016, deputado estadual por São Paulo em 2022, e prefeito em Piracicaba (SP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil de outros recursos do partido, R$ 66 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 70 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 731 mil, principalmente com pessoal (R$ 202 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil). Em 2022, 60% dos R$ 488 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 114 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Helinho Zanatta indicou R$ 41,9 milhões em 202 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2024 (legislatura 2023 a 2026), para 108 municípios. Até a coleta de set/2026 na fonte, 96% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (77%). As cidades que mais receberam foram Piracicaba, São Pedro e Santa Bárbara d'Oeste.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 30,9 milhões | R$ 29,5 milhões | 96% | 137 | 82 |
| 2023 | R$ 11 milhões | R$ 10,8 milhões | 98% | 65 | 61 |
| Total | R$ 41,9 milhões | R$ 40,3 milhões | 96% | 202 | 108 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em set/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.