Segundo o Radar do Voto, Glória da Aposentadoria (PSDB) ficou como suplente de deputada federal por Minas Gerais em 2026, com 10.814 votos, pelo resultado oficial do TSE. Glória da Aposentadoria (Glória de Fátima Lopes Pena) disputou 7 eleições entre 2008 e 2026, para deputada federal, vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Contagem em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por MG: 18.053 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por MG, declarou R$ 315 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 337 mil, principalmente com pessoal (R$ 210 mil), militância e mobilização de rua (R$ 110 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 209 mil em 2024 (59% com militância e mobilização de rua) e R$ 1,1 milhão em 2022.
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Evolução da votação nas eleições
10.814 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de Glória de Fatima Lopes Pena em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 315 mil em receitas · R$ 337 mil em gastos contratados
Glória da Aposentadoria declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em Contagem (MG) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, deputada estadual por Minas Gerais em 2022, e deputada federal por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 315 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 337 mil, principalmente com pessoal (R$ 210 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 110 mil); R$ 125 mil já foram pagos. Em 2024, 59% dos R$ 209 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 58% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 315 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 337 milcontratados, parcial; R$ 125 mil pagos
Gastos em 2024R$ 209 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.