- Militância e mobilização de ruaR$ 49 mil35,4%
- Locação de imóveisR$ 25 mil17,9%
- Materiais impressosR$ 13 mil9,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil7,7%
- Outras 8 categoriasR$ 41 mil29,8%
Segundo o Radar do Voto, Moara Saboia (PT) ficou como suplente de deputada estadual por Minas Gerais em 2026, com 28.523 votos, pelo resultado oficial do TSE. Moara Saboia (Moara Correa Saboia) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Contagem em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por MG: 38.640 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MG, declarou R$ 871 mil em receitas: R$ 758 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 112 mil de doações privadas (180 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 49 mil), locação de imóveis (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 241 mil em 2024 e R$ 483 mil em 2022.
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A votação de Moara Correa Saboia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Moara Saboia declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Contagem (MG) em 2020 e 2024, e deputada estadual por Minas Gerais em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 871 mil em receitas: R$ 758 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 112 mil de doações privadas (180 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 49 mil) e locação de imóveis (R$ 25 mil); R$ 62 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 241 mil em gastos contratados; em 2022, R$ 483 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.