- Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil34,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2607,4%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 401,1%
- Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil57,1%
Claudinha Ribeiro (Claudia Ribeiro Moraes) disputou 2 eleições entre 2016 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2024 para vereadora em Guarulhos/SP, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 260) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 40). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 47% com pessoal.
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Claudinha Ribeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Guarulhos (SP) em 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 260). Em 2016, 47% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.