Amarildo da Ambulancia

Foto de Amarildo Lucena de Souza
Amarildo da Ambulancia
Amarildo Lucena de Souza (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2022 · último partido PSDB
57 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Amarildo da Ambulancia (Amarildo Lucena de Souza) disputou 2 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por AM: 129 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AM, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), militância e mobilização de rua (R$ 1 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

129 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Amarildo Lucena de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 6 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Amarildo da Ambulancia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Manaus (AM) em 2008, e deputado estadual por Amazonas em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2022Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
FEFC 91% · partido e outras campanhas 9%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil48,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil26,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 1 mil26,0%
2008Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil21,8%
  • PessoalR$ 75011,3%
  • AlimentaçãoR$ 120,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil66,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892