Segundo o Radar do Voto, Cleiton Fossá (MDB) ficou como suplente de deputado federal por Santa Catarina em 2026, com 14.709 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cleiton Fossá (Cleiton Márcio Fossá) disputou 7 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Chapecó em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Chapecó/SC: 21.940 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SC, declarou R$ 268 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 186 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 56 mil), locação de imóveis (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 420 mil em 2022 e R$ 583 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
14.709 votos em 2026 · 7 eleições
A votação de Cleiton Marcio Fossa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 268 mil em receitas · R$ 186 mil em gastos contratados
Cleiton Fossá declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Chapecó (SC) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Santa Catarina em 2018 e 2022, prefeito em Chapecó (SC) em 2020, e deputado federal por Santa Catarina em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 268 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 186 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 56 mil) e locação de imóveis (R$ 40 mil); R$ 182 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 420 mil em gastos; em 2020, R$ 583 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 268 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 186 milcontratados, parcial; R$ 182 mil pagos
Gastos em 2022R$ 420 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 11% · pessoas 79% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 4 mil31,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil28,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil11,3%
Despesas postaisR$ 6224,9%
Outras 5 categoriasR$ 3 mil24,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.