- Militância e mobilização de ruaR$ 170 mil48,0%
- Materiais impressosR$ 105 mil29,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil1,4%
- Outras 5 categoriasR$ 73 mil20,8%
Dr. Samir Xaud (Samir de Araújo Xaud) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado federal por RR, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 59 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e R$ 25 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 353 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 170 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 43 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 27 mil, 41% com publicidade por materiais impressos.
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Dr. Samir Xaud declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Roraima em 2018, e deputado federal por Roraima em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 59 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e R$ 25 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 353 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 170 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil). Em 2018, 41% dos R$ 27 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.